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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Resenha "A pirâmide vermelha"


Rick Riordan já é um velho conhecido. Diante do sucesso da sua série "Percy Jackson e os Olimpianos"  (que eu eu amo) fica difícil ler qualquer outra coisa dele sem fazer uma pequenina comparaçãozinha, mesmo que a história trate de algo diferente.

Foi assim que eu comecei a ler A pirâmide vermelha, buscando semelhanças, até porque ouvi muito de que Riordan havia usado a "mesma fórmula" nesse livro. Porém apesar de algumas "fórmulas" semelhante, como o envolvimento da mitologia e a esteoripação de personagens, no decorrer da leitura eu fui esquecendo totalmente de Percy, e tanto Carter, quanto Sadie ganharam em mim um lugar especial.
A pirâmide vermelha possui uma forma não muito comum de narrativa, contando com mais de um narrador em 1ª pessoa. O livro é como se fosse a transcrição de um depoimento gravado em aúdio pelos Kane, então temos de forma alternada a narrativa de Sadie e Carter, o que torna tudo mais dinâmico, já que os dois têm personalidades bastante distintas (Sadie é toda "badgirl", Carter o "certinho") e acabamos tendo pontos de vista diferente diante de um mesmo acontecimento.
 Os irmãos Kane passaram a viver separados após a morte da mãe, acontecimento do qual eles não possuem muita informação e parece que ninguém está muito disposto a oferecê-la. Seus avós  ganharam a guarda de Sadie na justiça e ela foi viver em Londres, e Carter ficou com o pai Julius Kane, que devido a sua profissão de Egiptólogo viaja muito pelo mundo.
 Essa separação marca os irmãos de formas diferentes. Enquanto Carter acredita que Sadie tenha tido uma vida melhor, vivendo apenas em um lugar, podendo ter amigos fixos e estudando em uma escola como qualquer adolescente "normal", Sadie sente-se deixada de lado, excluída do vínculo que há entre Carter e o pai, de quem ela foi obrigada a separar-se.

Na véspera de Natal, um dos únicos dois dias do ano que Julius Kane tem para passar com a  filha, ele e Carter vão até Londres para encontrá-la, onde ele acaba fazendo uma estranha promessa ao irmãos: que tudo voltaria a ser como antes. Sem entenderem nada do que está a acontecendo ao serem levados ao British Museum, os dois presenciam o pai, com estranhas ações, praticamente explodir a pedra da Rosetta e ser aprisionado dentro de um sarcófago que é engolido pela terra.
 Esse é o início de uma aventura para lá de maluca, onde eles vão descobrir que o pai acaba de libertar da pedra 5 deuses do Antigo Egito, entre eles o perigoso Set, que como a maioria dos livros, quer domínio e poder; e que o sangue que corre nas veias dos irmãos tem muito mais a ver com o Egito do que eles possam imaginar.
 Apesar de igualmente tratar-se de um mitologia, Rick segue uma linha diferente daquela que nos foi apresentada em Percy Jackson. Apesar de nem Sadie e nem Carter com suas personalidades terem conseguido me conquistar como personagens da mesma maneira que Percy, a escrita está visivelmente mais evoluída, a trama mais trabalhada e os personagens foram mais desenvolvidos. Fora que é sobre o EGITO, e eu AMO a cultura egípcia, sou até suspeita para falar.
 Trata-se realmente de um livro de introdução de um série. Existem muitas explicações, mas em nenhum momento achei-as cansativas, pelo contrário, elas eram mescladas com cenas de ação (muitas delas) e com o jeitinho maluco dos irmãos Kane que são impagáveis em seu humor.
 Outra coisa que me agradou bastante foi o fato que apesar de ser uma série, a trama iniciada no livro termina nesse livro, deixando soltas apenas as pontas pertencentes a trama maior, que terá sequência nos próximos.  Fico incomodada quando um autor pára a história na metade, sem dar-lhe uma conclusão satisfatória, o que não é o caso de A pirâmide vermelha.
 Comecei a ler esse livro para o Desafio Literário de 2013, como uma leitura que me fizesse rir (tomando como base os outros livros do autor) e eu realmente não me enganei. As aventuras são acompanhadas com doses de humor durante todo o livro, e eu falo sério quando digo isso... Quantos livros vocês já ouviu falar que tem um jacaré chamado Filipe da  Macedônia? Hahaha Sério, estou rindo só de lembrar. Não vou estragar contando outros detalhes para você.
 Com esse livro Rick Riordan só reforça que, bem, ele é RICK RIORDAN e isso é mais do que o suficiente para se ler um livro dele.
http://www.papodeestante.com/2013/03/resenha-piramide-vermelha-de-rick.html?m=1

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Resenha do livro "O pequeno príncipe"

Considerado por muito tempo o livro de cabeceira de todas as concorrentes ao título de Miss Mundo, Miss Universo, Miss Brasil, Miss Água e Sal, Miss Botijão de Gás e tudo quanto é competição de Miss, "O Pequeno Príncipe" só não era mais citado do que a famosa resposta para a pergunta: "Na sua opinião, o que tornaria o mundo um lugar melhor?" (se você não sabe eu deixei uma colinha no final do post). A obra, porém, é muito mais do que uma resposta de praxe para os concursos de beleza. É uma obra que possui algumas das melhores reflexões sobre a vida e que só podem ser completamente entendidas, se você entender a mensagem final e passar a aplicá-la em sua forma de agir. O livro sofre um pouco de preconceito, pois é considerado por muitos como uma obra infantil, que apenas crianças podem lê-lo, mas estão enganados, já que essa talvez tenha sido a ideia do autor ao escrever a obra: Você não precisa ser uma criança para ler o livro, apenas precisa deixar de agir como um adulto o tempo todo, e tentar enxergar o mundo com menos preocupação e mais pureza. O autor transmite essa mensagem em várias passagens durante a estória como, por exemplo, o piloto que quando criança queria seguir a carreira de desenhista, mas desiste quando todas as pessoas acreditam que seu desenho de uma jiboia digerindo um elefante se trata, na opinião deles, de um chapéu. E mais tarde, quando ele encontra o principezinho no deserto ele descobre que o garoto é capaz de perceber que aquilo que todos tratavam como a ilustração de um chapéu é, na verdade, uma jiboia digerindo um elefante. Somente uma criança não se deixa limitar por traços e formas. Uma criança é capaz de enxergar além disso. É capaz de criar um mundo com apenas uma folha de papel ou um lençol. O principezinho não é nada mais que a personificação da infância do próprio piloto, que se perdeu quando ele teve que se adequar ao mundo dos adultos, e que agora volta para mostrar a ele que manter um pouco de inocência e pureza não é uma coisa ruim. O garotinho também pode ser tratado como uma representação da nossa própria infância: ele faz amizades facilmente com vários personagens durante sua viagem, assim como nós quando éramos crianças. Quando somos crianças e encontramos alguém da mesma idade, por mais que não a conheçamos, dez segundos mais tarde já estamos brincando com ela como se fossemos amigos de longa data. E quando crescemos, temos certa relutância em interagir com as pessoas, ou por buscarmos diferenças que não existem, ou por que não achamos adequado seu jeito de comer, de se vestir, de falar, etc. . Uma verdadeira crítica ao modo de como começamos a agir quando adentramos na idade adulta. Por vezes, o principezinho incomoda as pessoas com suas perguntas simples, porém donas de grande inteligência. Sua vontade de querer saber o porquê alguém faz determinada coisa, mostra a curiosidade de toda criança em buscar o conhecimento de uma forma que seja fácil de entender, e a dificuldade que os personagens encontram em responder perguntas tão simples, mostra o quanto, às vezes, fazemos coisas apenas por que outras pessoas fazem, falamos coisas somente por que alguém disse, sem saber o real motivo daquilo, tudo cai na rotina e não nos preocupamos em saber por que tal coisa é feita assim. Os adultos são criaturas difíceis, como diria o garotinho. O livro também é dono de citações memoráveis. Quem nunca ouviu ou disse alguma vez frases como: "Você é responsável por aquilo que cativas." ou "O essencial é invisível aos olhos."? Citações belíssimas, que guardam uma sabedoria imensa. A mensagem que "O Pequeno Príncipe" quer transmitir é que nunca devemos abandonar ou deixar morrer a criança que existe em nós, pois ser um adulto, que só pensa como adulto, age como adulto durante todo tempo é uma coisa chata e que nós limita dentro do nosso próprio mundo. Algumas vezes devemos deixar aquela criança sair e comandar, um pouco, nossas atitudes, nosso modo de ver as coisas, nosso modo de pensar, do modo que só uma criança consegue. E para que possamos ser capazes de ver essa mensagem que está presente em todas as entrelinhas, temos que deixar que o pequeno príncipe, que existe dentro de cada um de nós, saia e nos acompanhe durante a leitura. P.S: A resposta é "A paz mundial."

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Resenha do livro "Projeto Rosie"

Para se ter a vida de Don Tillman, não é preciso muito esforço. Às terças-feiras come-se lagosta com salada de wasabi (seguindo um roteiro com refeições padronizadas que evitam o desperdício de ingredientes e de tempo no preparo); todos os compromissos são executados de acordo com o cronograma – alguns minutos reservados para a prática do aikido e do caratê antes de dormir; uma hora para limpar o banheiro; três dias da semana reservados para suas idas à feira – e se, apesar dessa programação, algum desagradável contratempo surgir em sua rotina, não há nada que não possa ser solucionado com meia hora de pesquisa científica. Exceto as mulheres. Até o momento, a única coisa não esclarecida pelos estudos no campo de atuação de Don, a genética, é o motivo para sua incapacidade de arrumar uma esposa. Uma namorada ao menos? Ou até mesmo uma amiga para somar ao seleto grupo de amigos de Don, formado por Gene, também professor na universidade, e a mulher dele, Claudia, psicóloga e esposa muito compreensiva. Para solucionar esse problema do modo mais eficaz, Don desenvolve o Projeto Esposa, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a filtrar candidatas inadequadas a seu estilo de vida: fumantes JAMAIS, e mulheres que se atrasam por mais de cinco minutos ou que usam muita maquiagem estão fora dos critérios pouco flexíveis que o levarão à mulher ideal. O único problema é que um questionário desse tipo exige tempo e dedicação, duas coisas que começaram a diminuir exponencialmente no cotidiano de Don desde que ele conheceu Rosie: fumante, vegetariana e incapaz de chegar na hora marcada. Ou esse era o único problema até Rosie entrar na vida de Don e – despretensiosamente, uma vez que ela nunca se candidatou ao Projeto Esposa – mostrá-lo que a mulher ideal não existe, mas o amor, sim. Don Tillman, não é o típico homem que se vê por aí, não mesmo! Imagine só: 39 anos, bonito, musculoso e muito inteligente. O australiano é professor de genética, tem ótima memória, é organizado, pontual, etc. Digamos que é o cara perfeito! Mas ele nunca teve muito jeito com as mulheres. Em seu estilo de vida, "friamente calculado", um relacionamento parece impossível, pois parece que algo nele as repele. E Don não teve experiências muito promissoras com o sexo oposto, além de, aparentemente, estar "programado" para não se sentir apaixonado ou ter grandes emoções. Sendo assim, ele decidiu que se envolver com uma mulher depende muito mais de planejamento e compatibilidade, para que o relacionamento não esteja fadado ao fracasso. Com seu traquejo social praticamente nulo, Don tem sérios problemas sociais, e praticamente não tem amigos, se não fosse por Gene e Claudia (casados), sua irmã já falecida e Daphne, uma senhora que foi sua vizinha. Digamos que, em sua vida fechada, ele parece até confortável, mas está cansado. Ele quer uma companheira que seja compatível com seu estilo de vida. Mas isso parece impossível. Até o dia em que ele decide criar o Projeto Esposa. O projeto consiste em uma rigorosa avaliação do perfil feminino, onde ele cria um extenso questionário com questões eliminatórias. Esquisito? Para ele não! Assim ele poderia eliminar futuras pretendentes que não se ajustassem ao seu modo de encarar a vida, e poderia achar sua futura esposa, a mulher ideal e totalmente compatível com seus propósitos. Mas esta tarefa não será nada fácil! Mais difícil ainda quando Rosie Jarman entra em sua vida. A partir daí, toda sua vida organizada, meticulosa, cheia de regras e horários parece desmoronar. Seus propósitos parecem perder força e suas convicções parecem ruir aos poucos, lentamente. Sem perceber, aos poucos, Don se envolve com Rosie de uma forma que ele nem ao menos percebe, e Rosie muda a vida de Don, apenas sendo ela mesma! O Projeto Rosie foi para mim uma boa surpresa. Apesar de ter uma história previsível, é de uma leitura deliciosa e envolvente. Don não é um dos meus personagens favoritos entre os livros que já li do gênero, e de inicio o achei até irritante. Ele é muito sistemático e organizado; sua vida segue uma rotina já predeterminada, com horários marcados de forma rigorosa; não vive emoções e sensações novas; não gosta de mudanças, surpresas ou alterações em seus planos. Confesso que em vários momentos do livro eu tive vontade de dar uns tapas nele e dizer: "Acorda! Acorda! Muda criatura, muda esta sua atitude irritante!". Haha, mas não, não pude fazer isso. Mas fiquei impressionada com a inteligência de Don, ele realmente é um prodígio. Sua excelente memória grava até os detalhes mais ínfimos; aprende rápido e analisa cada situação de forma que todas as possibilidades se apresentam em sua mente de forma clara e objetiva. Sua mente parece programada de forma a adquirir e armazenar conhecimento de forma admirável. Don é um verdadeiro computador! E gostei do modo como o personagem evolui e aprende diversas lições ao decorrer da trama. Depois que ele conhece Rosie ele começa a ver diversas coisas de uma perspectiva diferente, de forma fácil e sem ao menos perceber. E no fim acabei por dar o braço a torcer e me afeiçoei bastante ao Don. Adorei! E claro, Rosie se tornou minha personagem favorita no livro. Ela tem defeitos, é chata e irritante em muitos momentos. Mas tem muitas qualidades também, como qualquer ser humano. Gostei da transformação que ela causa em Don, e até nela mesma. Rosie mostra como é bom se divertir, não ter tudo planejado sempre, e se arriscar. Como é bom realmente viver. Sabe aquela frase que diz: "Não apenas sobreviva, viva!", se aplica muito bem ao contexto do livro. O ato de viver, de se surpreender e arriscar. De ser feliz com pequenas coisas, como olhar para as luzes da cidade de noite, ou ouvir uma velha música que te lembre da adolescência. Enfim, adorei esta sacada do autor que conseguiu transformar as atitudes, perspectivas e modo de encarar a vida dos personagens de forma sutil, introduzindo casa ideia lentamente em sua narrativa. De forma que ao final, estas sutilezas se tornaram uma grande lição para ambos. O Projeto Rosie pode não ser o livro mais original do ano, mas proporciona uma leitura agradável, com uma história que se desenrola de uma maneira que parece um filme. Em diversos momentos me peguei rindo alto com as trapalhadas de Don. Muito divertido, bem narrado, com personagens interessantíssimos e uma trama gostosa cheia de licões. Gostei.

domingo, 11 de maio de 2014

Resenha do Livro: Jogos Vorazes!

Este livro é o primeiro de uma bem-sucedida trilogia, comercializada em mais de 20 países.
    A história se passa em uma nação chamada Panem, fundada após o fim da ámerica do Norte. A nação é formada por 12 distritos, e é comandada pela Capital. Uma das formas que a Capital achou para coebir qualquer manifestação rebelde e ara demonstrar seu poder sobre o resto da nação carente é o que eles chamam de "Jogos Vorazes", uma competição anual transmitida pela televisão, em que um garoto e uma garota de cada distrito, entre 12 a 18 anos de idade, são sorteados e obrigados a lutar até a morte, até que apenas um seja o sobrevivente e ganhador, recebendo riqueza e benefícios para todo o distrito vencedor.
    Agora, imaginem. Você não tem seu nome apenas uma vez no sorteio, mas dezenas de vezes. E a cada ano que passa, seu nome vai estar ainda mais vezes. Isso porque, para sobreviver, as crianças a partir de 12 anos de idade podem pegar um certo suprimento que as ajudariam a passar o ano. Mais isso tem o custo de seu nome ir, proporcionalmente a quantidade de vezes que você pega esse suprimento, para o sorteio.
    Para evitar que sua irmã Prim seja a mais nova vitima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Ela vem do empobrecido Distrito 12, e sabe como sobreviver em um ambiente hostil, sendo eximia caçadora. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição ela terá que ter muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa em "Jogos Vorazes"?


   Se você, assim como eu, adora um livro cheio de ação e aventura, este livro é sua opção.
  Com uma narrativa de tirar o fôlego, do ínicio ao fim, você não verá a hora de ler ele todinho e quando termianr, vai ficar triste porque chegou ao fim.
  O livro, além de ser recheado de aventura e ação, tem um pouco de drama e até mesmo, porque não, romance.   Ele vai agradar tanto aos jovens leitores, quanto aos não tão jovens assim.
  Adorei a Katniss. Ela é dura na queda. E Peeta então? Se Katniss não se apaixonou por ele, eu me apaixonei.
   Resumindo: o livro é P-E-R-F-E-I-T-O, empolgante e inesquecível. Com uma narrativa envolvente e muito bem arquitetada. Um livro que vale a pena ler e ter.
Bom novamente esta resenha eu copiei de um Site/Blog que eu vou deixar o link aqui em baixo pra vcs darem uma olhada que é bem legal!
www.nomundodoslivros.com

Resenha Livro: Laços Inseparáveis!

A autora de cinco romances de sucesso, Emily Giffin, lança uma história inesquecível de duas mulheres, as famílias que a fazem ser quem são, e a lealdade e o amor que as ligam. Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta... para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é. Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.
Skoob


Em minha opinião Emily Giffin sabe exatamente como criar histórias que mechem com os nossos corações a ponto de você se imaginar parte da trama.
Em Laços Inseparáveis Conhecemos Marian Caldwel uma produtora de televisão de 36 anos que vive em Nova York. Feliz com seu sucesso e relacionamento “PERFEITO” com seu chefe, ela acredita que de alguma forma sua vida acabou exatamente como ela sempre sonhou.
Até que em uma noite qualquer Marian atende a porta de seu apartamento pesando ser Peter, seu namorado e se depara com Kirby Rose uma adolescente de 18 anos que veio para botar a vida de Marian de cabeça para baixo.
Há exatamente 18 anos atrás após uma noite de festa Marian acaba grávida e fica desesperada, a poucos dias de ir para a faculdade, ela não sabe o que fazer, sem contar ao pai do bebe que está grávida ela se abre com sua mãe que é quem a ajuda em sua grande escolha.
Marian então se isola para esconder a gravidez de todo mundo, inclusive de seu pai e do próprio pai do bebe e resolve dar a garotinha para adoção assim que ela nascer.Só que Marian não cotava que após de 18 anos sua filha bateria em sua porta fazendo-a enfrentar seu passado que ela já acreditava estar resolvido.
"Você pode fugir, mas não pode se esconder."
Mais uma vez me surpreendi com a narrativa da Emily, os capítulos são divididos entre Marian e Kirby o que foi uma delicia, pois assim conseguimos acompanhar a historia pelo ponto de vista da mãe que fez da sua filha um segredo e a deu para adoção e pelo ponto de vista da filha “abandonada”.
Coloquei abandonada entre aspas porque Kirby tem uma família de criação super amorosa e dedicada, o que prova que a vontade de conhecer as verdadeiras origens surge naturalmente, não é preciso ser alguém infeliz.
Não é carne de minha carne, nem sangue de meu sangue, mas assim mesmo, de um jeito milagroso, ainda é parte de mim. Nunca esqueça, nem por um minuto, que você não cresceu embaixo de meu coração, mas dentro dele.

Um ponto super legal da história é o fato de que os pais adotivos de Kirby nunca esconderam dela que ela é adotada o que acho corretíssimo, afinal em relacionamentos de qualquer tipo de que haver muita sinceridade.
O conflito que Marian enfrenta após sua filha reaparecer me emocionou muito, aprendi que o melhor mesmo é enfrentar os problemas e os medos porque quanto mais o tempo passa mais difícil fica consertar as coisas e o tempo perdido com certeza não volta mais.
Um livro de 445 paginas que flui deliciosamente, cheio de descobertas e emoções.Recomendo muito esse livro, um romance dramático mais sem exageros que envolve e ensina.
esta resenha eu peguei neste blog! Deixei o link aqui em baixo! Bjss
http://www.meulivromeumundo.com/2013/09/resenha-lacos-inseparaveis-emily-giffin.html?m=1